Três formas de viver a relação com a máscara, com o "Facebook", com todas as nossas redes sociais. Começam a ser definidas, desde criança, a partir da nossa experiência com a primeira rede, a mais íntima: a rede ligando ou não o meu eu profundo com a máscara do social. O primeiro caminho ignora a distância e vira-se para o exterior. Vive numa terrível solidão sem se aperceber. Assim começa a vida do narcisista, do psicopata ou neurótico social dominados pelo mito da masculinidade. A fonte do empresário inovador e destruidor, como dizia o economista Joseph Schumpeter. Para outros, essa separação aparece como um relâmpago percepcionado com horror ou mágoa - a via do revoltado ou do sofredor. Também é a origem da auto-punição do(a) esquizofrénico(a) fugidío(a). É, na imensa maioria dos casos, necessária a passagem por este momento para, mais tarde, atravessar a ponte. Por fim, na terceira via, a consciência plena e diária desse sofrimento é fonte de energia. A dolorosa constância e quotidianidade da vida. Ponto de partida essencial para uma autêntica in-dividuação.
The idea of "Ecosophy" could be seen as a less anthropocentric knowledge and way of life. We share trials, attempts of ecosophic perceptions and actions, emerging with the "revolution" of the WEB 2.0, online sites of social networks like Facebook, Twitter, Youtube, etc.
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23/09/13
Três formas de estar no Facebook (inspiradas num texto de Fernando Pessoa)
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