The idea of "Ecosophy" could be seen as a less anthropocentric knowledge and way of life. We share trials, attempts of ecosophic perceptions and actions, emerging with the "revolution" of the WEB 2.0, online sites of social networks like Facebook, Twitter, Youtube, etc.
09/03/10
"Critérios de reputação em coletivos digitais: estudo de caso na disciplina criando comunidades virtuais de aprendizagem e de prática"
05/03/10
Social Media Revolution
Social Media Revolution
www.youtube.com
"Social Media Revolution: Is social media a fad? Or is it the biggest shift since the Industrial Revolution? This video details out social media facts and figures that are hard to ignore. This video is produced by the author of Socialnomics".
25/02/10
Orkut way of life
22/02/10
The genealogy of the concept of "Social Software"
"The term 'social software', which is now used to define software that supports group interaction, has only become relatively popular within the last two or more years. However, the core ideas of social software itself enjoy a much longer history, running back to Vannevar Bush's ideas about 'memex' in 1945, and traveling through terms such as Augmentation, Groupware, and CSCW in the 1960s, 70s, 80s, and 90s.
By examining the many terms used to describe today's 'social software' we can also explore the origins of social software itself, and see how there exists a very real life cycle concerning the use of technical terminology".
[...]
It isn't until late 2002 that the term 'social software' came into more common usage, probably due to the efforts of Clay Shirky who organized a "Social Software Summit" in November of 2002. He recalls his first usage of the term to be from approximately April of 2002.
I asked Clay if it was the loss of meaning in the terms 'groupware' that made him choose the term 'social software', and he replied:
"I was looking for something that gathered together all uses of software that supported interacting groups, even if the interaction was offline, e.g. Meetup, nTag, etc. Groupware was the obvious choice, but had become horribly polluted by enterprise groupware work."
[...]
2000s — Changing Definitions of Social Software
An early definition by Clay for the definition of social software was:
"1. Social software treats triads of people differently than pairs.
2. Social software treats groups as first-class objects in the system."
However, Clay more recently prefers the simpler:
"software that supports group interaction"
[...]."
In: http://www.lifewithalacrity.com/2004/10/tracing_the_evo.html
Publication: October 13, 2004
20/02/10
3,6 milhões de portugueses nas redes sociais : Notícia - Marktest.com
31/01/10
A passagem dos dispositivos tradicionales de CMO para o Software Social
17/01/10
Sociology of Google?
C'est en tous les cas une nouvelle entrée de chercheurs SHS dans la problématique « Google » (après l'approche documentaire-critique, l'approche critique-idéologique, etc.) et très intéressante car la plus directement sociologique pour l'instant : ici est étudiée la remarquable articulation entre un outil moteur / un individu en état de recherche / une méga machine Internet."
20/11/09
Report: 'The Impact of Social Computing on the EU Information Society and Economy'
17/10/09
Software Social: O Que É? Qual O Seu Impacto Nas Pessoas E Organizações? Um Relatório da Australian Flexible Learning Framework
24/01/09
As redes sociais e a Igreja Católica
"Numa conferência realizada pela Igreja Católica, a Conferenza Episcopale Italiana (CEI, ou na tradução, Conferência Episcopal Italiana), o bispo Don Domenico Pompili alertou para os perigos de redes sociais online como o Facebook.
Segundo o site The Inquirer, Pompili acredita que os serviços levam ao que chamou de “individualismo interconectado”.
Para o bispo, relacionamentos criados online não são reais, e sites de networking levam ao “egocentrismo online”, afastando relações reais. Compartilhando de sua opinião está também o bispo Mariano Crociata, que presidiu a CEI e alertou para a glorificação da internet.
(...)
De acordo com o site italiano WebNews, as opiniões fizeram parte de uma palestra chamada “Igreja na Rede 2.0”, em que foi defendida a necessidade da criação de um novo modelo de rede de comunicação online, diferente dos existentes e criticados".
Magnet / Geek Central
Ver:
http://www.geek.com.br/blogs/832697632/posts/9020-igreja-cat-lica-debate-redes-sociais-online
04/11/08
Como estudar sociologicamente o social-software? Um exemplo de projecto de investigação.
Y os aseguro que no es más sencillo analizar un blog que la muerte de una estrella convertida en supernova. Y yo, he estudiado un poco de los dos (sólo un poco).
También, no es muy ortodoxo esto de contar a quien investigas qué es lo que investigas. Los etnógrafos siempre se guardan una parte para sí. Pero esto no es una etnografía al uso, y los bloggers sois muy peculiares (¿somos?). Así que sin miramientos suelto mi rollo, que son sólo unas notas de trabajo para la presentación.
PREGUNTAS DE INVESTIGACIÓN¿
¿Cómo construimos nuestros vínculos a través de artefactos de Internet como el correo electrónico, el chat, los blogs, etc?
¿Qué propiedades tienen esos vínculos? y ¿qué sociabilidad se construye a través de ellos?
Estas son las preguntas que sirven para situar la cuestión de mi investigación. El artefacto objeto de mi investigación: los blogs.
BLOGS, ARTEFACTOS EN INTERNET
ETNOGRAFÍA EN INTERNET
Desarrollaré mi trabajo como una etnografía, la metodología que han usado los antropólogos desde hace casi un siglo para estudiar la cultura de los otros (ya sean argonautas del Pacífico o tribus urbanas). El objetivo de toda etnografía es comprender la cultura del otro y hacerlo a través de una descripción densa que nos permita comprender el sentido profundo de los significados de esas comunidades (sus ritos, su organización, etc.).
BLOGS, MÁS QUE COMUNICACIÓN
Esto significa que una investigación sobre blogs no puede reducirse al análisis del intercambio textual que se produce a través de la pantalla, sino que debe analizar lo que sucede más allá de los blog gracias a su mediación, lo que sucede ‘entre los blogs’.
LO SOCIAL Y LO TÉCNICO
El enfoque habitual de los estudios sobre las comunicaciones en Internet asume que la tecnología es un escenario en el que nos comunicamos y ‘dentro’ del cual construimos nuestras relaciones. Cuando se analizan las comunicaciones en un chat o en los blogs, se distingue entre el mensaje (de texto) y el canal (la tecnología). Esto lleva a considerar que lo social se construye a través del texto mientras que lo tecnológico es sólo un escenario (que normalmente desaparece en el análisis).
La propuesta teórica desde la cual acometo mi investigación, la Teoría del Actor Red, sostiene que no podemos mantener esa distinción.
¿Qué significa esto? Significa que mi etnografía no se limita sólo al texto de los blog sino también a su software. Significa que el trabajo de campo que realice analizará a los autores de blogs tanto a través de sus interacciones en Internet como en encuentros cara a cara; analizaré tanto a quienes escriben el blog como al software que sirve de arquitectura para el blog (¿quién es más responsable de un blog, el autor que lo escribe o el software que permite que sea escrito?), analizaré tanto a los usuarios finales de los blog a los desarrolladores del software.
ALGUNAS DIFICULTADES
29/10/08
Web 1.5: "social networking" entre o email e a Web 2.0
«SOE (social online environments, social networking sites, por ex. Hi5, Facebook, MySpace, Friendster, Linkedln, Orkut, Ringo, etc), são ferramentas de software social disponibilizadas num website de redes sociais, que permitem a cada utilizador criar um perfil de si próprio (através de descrições, fotos, listas de interesses pessoais) e construir uma rede pessoal de relacionamentos sociais que o conecta intencional e selectivamente com outros utilizadores pertencentes à sua rede pessoal ou outras redes pessoais e de interesses pessoais comuns, através da troca de mensagens privadas e públicas entre si.
fonte: OBERCOM, «Web 1.5: As redes de sociabilidades entre o email e a Web 2.0», Flash Report, Maio 2008, pag 3
23/10/08
As redes sociais na Internet e a "dependência"
1. Introdução
Segundo o psicólogo David Smallwood, da Priory, o social-networking pode criar o "vício" dos novos amigos."Um dos sintomas do novo vício seria a sensação de rejeição e isolamento quando um pedido de amizade é rejeitado no serviço [por exemplo na rede social FaceBook]". Mais à frente, recomenda que "qualquer pessoa com problemas de vícios como compras, drogas ou álcool deveriam se manter longe de redes sociais online". E vai ao ponto de aconselhar os seus clientes: "Eu vejo pacientes que estão no Facebook e minha resposta é: pule fora". Contudo, esta posição não é consensual: "outro estudo divulgado ontem aponta que sites como o Facebook podem ser úteis para reduzir o isolamento de pessoas".
Ver o artigo completo aqui:
http://www.geek.com.br/modules/noticias/ver.php?id=39983&sec=6
Este texto levanta uma questão essencial que posso formular assim:
- as noções de McLuhan sobre a televisão, ao acentuar o carácter de dependência física (adictiva) da TV, podem-se aplicar à relação com o Ecrã Digital no caso do social-networking?
Até que ponto se está dependente, numa lógica semelhante às dependências físicas de substâncias químicas, do acto de usar o "rato", abrindo e fechando janelas no ecrã digital do computador, desse acto rítmico de reorganização temporal, dessa iluminação, tal como acontece com o adicto?
Será a "dependência" um bom conceito para compreender, por exemplo, a entrega ao zapping no caso do social-networking em que se passa rapidamente doa janela do Facebook para o Google e logo depois para o Messenger, numa aceleração como acontece com o comando à distância do ecrã televisivo.
2. McLuhan e o conceito de dependência
Nos anos 60, Marshall McLuhan desenvolveu a ideia de que os reais efeitos dos media se escondem por detrás dos supostos conteúdos. Os media mais eficazes serão os que mais facilmente criam no receptor a ilusão de que está a receber um conteúdo puro, iludindo de múltiplas maneiras a própria mediação, criando a ilusão do desaparecimento do media, criando uma imediação como dizem Bolter e Grusin. Mas não será que a mediação só se efectua exactamente por se manter oculta, tanto mais que a simples oposição exterior (meios) / interior (sujeito) deixou de funcionar rigidamente?
Neste sentido, o meio entra numa certa fusão com o sujeito, numa lógica de "hot", criando uma dependência forte. McLuhan, em 1969, chega mesmo a afirmar que: "a atracção pelas drogas alucinógenas é um meio de alcançar a empatia com o nosso meio ambiente electrónico, ambiente esse que é em si uma viagem interior sem drogas". Também em William Gibson, no seu famoso romance "Neuromancer", podemos ler: " o ciberespaço é uma alucinação consensual experimentada diariamente por milhares de milhões de operadores autorizados".
A dependência tornou-se um conceito fetiche, com uma força generalizadora, viral, aditiva, que é preciso questionar. O que significa que sejam utilizadas por vezes exactamente o mesmo tipo de explicações para a dependência das drogas e dos computadores «computer addiction» ou «Internet addiction», bem como da adicção à comida, à saúde, ao jogo, etc.?
Estamos de acordo com o que diz Karabeg. Torna-se necessário definir com mais rigor o que se entende por "adicção". Na verdade, o conceito antigo de "dependência" tem ainda uma forte carga negativa associada ao uso ilícito de drogas. Contudo, autores da nova ciência da comunicação começaram, desde há várias década atrás, a reverem o problema.
"The motivation for that theme is McLuhan’s wellknown observation that developing technical civilization while using old concepts is like driving a car while looking at the rear-view mirror. We extend McLuhan’s work one step further by creating one new concept. More precisely, we redefine or recycle an old concept by giving it a new meaning and a new life." (Karabe, 2008, p. 1).
Acentua-se uma mudança na forma de ver a dependência: "the change of our understanding of addiction from narcotics, alcohol, gambling to a shadow aspect of culture" (Karabeg, p. 1). De facto, "addiction is a shadow aspect of culture, a result of using cultural know-how to harm people and make them dependent. Controlling addictions has therefore always been one of the basic functions of culture" (p. 9).
Nas sociedades actuais, a lógica da dependência na relação com os novos media digitais já não é equilibrada pelas proibições de tipo religioso (tabus associados ao consumo excessivo de drogas tais como opiácidos, alcoolismo, jogo, etc ). Torna-se assim necessário entender esta nova dependência como uma das características fundamentais da nova sociedade da informação.
Ver: Dino Karabeg, "Addiction Pattern", in <http://folk.uio.no/poly/addiction-paper.pdf>. Consultado em 15 Out. 2008.
Esta questão irá merecer um desenvolvimento futuro. Entretanto vejam este blog sobre o Social Networking Addiction:
http://socialnetworkingrehab.blogspot.com/2007/09/step-1-recognize-you-have-problem.html
19/08/08
O social software e os adolescentes. As preocupações de uma mãe
Ora a preocupação da mãe devia-se ao facto da filha não ter amigos na escola (amigos da sua idade, da sua turma) e de ter muitos amigos feitos na Internet. Segundo a mãe todos mais velhos. As suas melhores amigas eram duas raparigas de 17 e 18 anos respectivamente, ou seja, 2 e 3 anos mais velhas que a sua filha e que moravam a cerca de 450 km de distância.
Isto preocupava de tal forma a mãe que até já se encontrava à procura de um psiquiatra para a filha. Isto até falar comigo.
O que se passava era que a mãe não compreendia porque a filha não tinha amizades na escola, daquelas com as quais se pode estar fisicamente. E via as amizades feitas com recurso ao social software como algo que não valia.
Acontece que este tipo de amizades é muito saudável, pois vem dar resposta ao problema das barreiras físicas e geográficas, possibilitando a interacção entre pessoas com gostos e interesses semelhantes de todos os cantos do mundo e de todas as idades. E isto em tempo real.
Assim sendo, não existe nenhum problema em não se ter amigos nos círculos sociais em que nos movimentamos, pois simplesmente essas pessoas apresentam gostos e interesses diferentes dos nossos. Logo, vamos procurar responder à nossa necessidade de interacção através dos meios que temos à nossa disposição. Esses meios são o computador, a Internet e o social software? Sim. Então nada mais tenho a acrescentar, além de que do outro lado da rede se encontra uma pessoa que, tal como nós, procura interagir com alguém com interesses semelhantes.
23/11/07
Conferência - Researching Social Software
Researching Social Software
http://socialsoftware-portugal.blogspot.com/
5ª Feira, 29 de Novembro de 2007 - 16h-18h
Sala de Seminários do ICS – r/c
Instituto de Ciências Sociais
Campus de Gualtar Braga, Portugal
Conferencistas
Adrian Mackenzie (Universidade de Lancaster)
http://www.lancs.ac.uk/staff/mackenza
Eduardo Jorge Esperança – Dep. Sociologia, Univ. de Évora
Miguel Ferreira – Dep. Sistemas de Informação, Escola de Engenharia, Universidade do Minho
Zara Pinto-Coelho e José Pinheiro Neves – Centro de Estudos Comunicação e Sociedade (CECS), Univ. do Minho
Moderador: Nelson Zagalo (CECS – Univ. do Minho)
Organização:
Universidade do Minho
Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade
Centro de Investigação em Ciências Sociais
20/11/07
Conference: Researching Social Software - University of Minho
30 de Novembro de 2007
14.30h-18h
Instituto de Ciências Sociais
Universidade do Minho
Campus de Gualtar
Braga
Conferencistas
14.30 h – Apresentação - Prof. Doutor Moisés de Lemos Martins – Presidente do Instituto de Ciências Sociais
14.45 - “Current debates in STS, 'software studies’. Global assemblages and post-social relationalites in social software” - Adrian Mackenzie - University of Lancaster
15.30h – “Digital Relationships” - Eduardo Jorge Esperança – Universidade de Évora
16h – “Tea for Two - Informal Scholarly Communication” - Ana Alice Baptista - Department of Information Systems - University of Minho
Ana Alice Baptista – Universidade do Minho
16.30 – “E-participation in local communities: an exploratory research about emerging networks based on blogs” - Zara Pinto-Coelho e José Pinheiro Neves – CECS – Univ. do Minho
17h - Debate
Org.
Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade
Centro de Investigação em Ciências Sociais
12/11/07
PhD Workshop: Researching Social Software
Researching Social Software28-30 November 2007
Location: Instituto de Ciências Sociais, Universidade do Minho, Campus de Gualtar, Braga, Portugal
Course Leader: Adrian Mackenzie, University of Lancaster
Professor Adrian Mackenzie is Professor at the Institute for Cultural Research, Faculty of Social Sciences, University of Lancaster.
His research interests include anthropology of post-representational thinking and cognition; theories of capacity, individuation, invention and differentiation; wirelessness: cultural politics of infrastructure, embodiments of connectivity and network images; repetition and difference in video and audiovisual technology; new media/technological cultures and practices. See: http://www.lancs.ac.uk/staff/mackenza
His last books are:
• Cutting Code: Software and Sociality, Digital Formations Series, Peter Lang, NY, 2006
• Transductions: Bodies and Machines at Speed, Continuum Press, 2002; reprinted
Description and objective
This PhD-course aims to examine and discuss different versions and definitions of social software and how experiences of relation to others can be understood in social software. It also aims to situate software in terms of processes of production, consumption and exchange, and to discuss different approaches, techniques and difficulties involved in researching software.
Structure of the courseEach session would be 2.5 to 3 hours. Each session would have one or two readings to be done in advance. There are also websites and internet examples that should be consulted in advance. Student presentations would be part of each session.
Background reading for the workshop:
Maurizio Lazzarato (1996) 'Immaterial Labour', in Paolo Virno & Michael Hardt (eds.) Radical Thought in Italy: A Potential Politics, Minneapolis: University of Minnesota Press.
Programme
Session 1: What is social software?
Exploration of different versions and definitions of social software. This would best be done by working with same major examples including ebay, facebook, myspace, flickr, and youtube. The session would centre on close analysis of the visual and material cultures of examples. The reading for this session comes from a well known internet commentator, and publisher, Tim O’Reilly.
Session 2: Living with social software: self-other relations and sociality
Key example: Facebook or Second Life
Main focus of this session will be on how experiences of sociality, of belonging, of relation to others can be understood in social software. The readings analyse this from very different angles. The first is informed by Marxist thought, the second by social studies of technology.
Session 3: Social software in technological economies
Key example: Google
This session will situate software in terms of processes of production, consumption and exchange. The readings offer very different perspectives on this. Barry and Slater’s article comes from sociologies of science and technology. Benkler’s work comes from liberal political thought.
Session 4: Researching social software
Session on different approaches, techniques and difficulties in researching software.
Registration and contact:
The application deadline is 20th November 2007.
Please send by email a short description (no more than one page) of your PhD project, specifying your name, email address, affiliation, supervisor, your particular interest in the seminar and why you would benefit from attending it, to the organization committee (social.software.portugal@gmail.com). Number of participants: max. 15.
A fee will be charged for participation to cover administrative costs, tea/coffee and lunches and one dinner during the seminar. .The fee is 60 euros, payable on the first day of the seminar in cash (an official receipt will be given). Travel and accommodation are the responsibility of the participant.
For more information, contact:
José Pinheiro Neves (social.software.portugal@gmail.com)
Zara Pinto-Coelho (social.software.portugal@gmail.com)
See also:
http://socialsoftware-portugal.blogspot.com/
http://neves.do.sapo.pt/mackenzie/PhDSeminarMackenzie25Set07.pdf
Organization:
Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade
Centro de Investigação em Ciências Sociais
Universidade do Minho, Portugal
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Chamadas para candidatura
Workshop para Estudantes de Doutoramento: Investigando o Software Social.
28-30 Novembro 2007