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21/07/08

A importância das redes sociais na web

A propósito de um prémio no Reino Unido (UK Catalyst Awards ), encontrei este texto de Ana Neves que sublinha a importância cada vez maior das redes sociais na web.


"Todos sabemos o papel das ferramentas sociais e redes sociais online nas nossas vidas pessoais. Sabemos que cada vez mais organizações estão a adoptar ferramentas sociais como suporte dos processos organizacionais. Mas uma das maiores promessas das ferramentas sociais está no papel que podem ter como mecanismos de intervenção, democratização e envolvimento. “Pelas pessoas para as pessoas” é a expressão que me vêm à cabeça. Eu sei que é um cliché mas é, na verdade, o que cada um dos candidatos a este prémio ambiciona".

Ver o texto completo de Ana Neves disponível em:
http://flocosdeneves.blogspot.com/2008/07/prmios-para-sites-das-pessoas-para-as.html

23/06/08

Short Course: “Digital Transformation of Organizations”

Short Course: “Digital Transformation of Organizations”

Date : From July 14th to July 19th

Venue : University of Porto (room number to be announced soon)

Number of available places : 18

Course Description:

As part of the partnership between the University of Texas at Austin and Portugal, the University of Porto will offer a short course in July 2008 titled “Digital Transformation of Organizations.” This course will be an introduction to the interesting changes changes brought to organizations by new information technologies, particularly the Internet and “Web 2.0.”

This course is meant for non-technical students and professionals, meaning that it presumes no technical background or preparation. But technical professionals may find it useful as well, as an introduction to managerial, social and political trends that are influenced by information technologies.

The theme of the course will be that all organizations are being transformed from an older paradigm of bureaucracy to a new paradigm of the network, and that organizations and economies that navigate this change will succeed and thrive. The topics that will be covered include:

- An introduction to the technologies of organizational change: the Internet, databases, “middleware,” open data standards, service-oriented architecture and “Web 2.0”;
- The new organizational toolbox: blogs, wikis, content management systems, social networking software, Open Source software and “cloud computing”;
- New collaboration models and organizational change: an introduction to the ways groups are organized online, such as through “groupware,”
- Second Life, social networking, and new collaborative tools;
- New forms of organizations: an introduction to “organizing without organizations,” “wikinomics,” new experiments in e-government, blurring the boundaries of organizations;
- Challenges for network-era managers: new forms of organizational leadership; cultural and generational conflict in the workplace; new skills and educational demands; new forms of work.

The course will consist of six three-hour sessions, from July 14 through July 19, 2008. The course will be conducted in English. In addition to covering the topics listed above, students will also be engaged with developing a collaborative Web site that will demonstrate the capabilities of new online tools. Students will be asked to read articles and other material on the Web, and also from the book Wikinomics - A Nova Economia das Multidões Inteligentes, from QuidNovi publishers (2007).


Required books for the Course:

Wikinomics (There is an edition in English and in Portuguese).

Prof. Gary Chapman’s Short bio:

Gary Chapman is director of The 21st Century Project and a member of the faculty at the Lyndon Baines Johnson School of Public Affairs at the University of Texas at Austin, the university's graduate school of public policy. He is also associate director of the university's Telecommunications and Information Policy Institute. The 21st Century Project is a research and education program about bridging public policy about technology with civic participation and democracy. Chapman was the first executive director of the national U.S. organization Computer Professionals for Social Responsibility, he has served as chairman of the selection committee for the Turing Award -- the world's highest award in computer science -- and in 2000 he was named one of the "25 Most Powerful Texans in High Tech" by Texas Monthly magazine. For ten years he was an editorial columnist on technology and society for The Los Angeles Times, The Austin American-Statesman, and Texas Monthly magazine. He has been a featured speaker at conferences around the world. He was educated at Occidental College in Los Angeles and at Stanford University.

How to apply:

If you interested in applying for this workshop, please send an email to palves@inescporto.pt or sofia.santos@fct.mctes.pt with your name, occupation, short CV and a motivation letter (In English and max. 150 words) until June 30th. Please write "Application for Digital Transformation of Organizations" on the subject of the email.

No applications will be considered after this date.

For any questions please send an email to utaustinportugal@fct.mctes.pt.

29/01/08

Conference: Web 2.0 and Beyond: Applying Social and Collaborative Tools to Business

Conference
Web 2.0 and Beyond: Applying Social and Collaborative Tools to Business Problems, 5-6 March 2008, London www.unicom.co.uk/socialtools

There is an 'Early Bird' price before 18 February, and further discount for students/academics/charities.

BACKGROUND:

There is no doubt that we are now entering the "Web 2.0 generation", a time which especially values dynamic, interactive, open and collaborative. Web 2.0 is changing the way we are living and the way we do business. "The key issues for Web 2.0 users will be around authenticating who you are dealing with, as the technology is increasingly used for business purposes, including customer feedback" (Philip Virgo). However, a key challenge for them is how to integrate these new technologies within the enterprise and figure out which best
suit their needs, and will make inter- and intra- organisational communications easier and more effective. Meanwhile, although Web 2.0 becomes influential and powerful, a cross-industry survey shows that "33% said not knowing how to measure the impact of the technologies is the most serious challenge to implementing them across their company"
(Computer Weekly).

This conference presents new viewpoints and case studies explaining the value, application (and perhaps some downside) of social tools in a business context. It looks beyond the "why" of Enterprise 2.0 to explain the "how", giving all participants a true learning experience.

PRESENTERS INCLUDE:
David Gurteen, Gurteen Knowledge; Lee Bryant, Headshift; John Davies, BT; Ian Hughes, IBM; Tom Ilube, Garlik Ltd; Adrian Moss, Focus.

CASE STUDIES INCLUDE:
Will Wynne, ArenaFlowwers.com; Clare Reddington, Ed Mitchell Consulting; Joyce Lewis, University of Southampton; Ian McNairn, IBM

For brochure and more information please visit
www.unicom.co.uk/socialtools, or hetty@unicom.co.uk

Kind regards,

Hetty

16/09/07

Software Social: o que é? Qual o seu impacto nas pessoas e organizações?


social_software_impact_individual_organizations.jpg
Crédito da Imagem: Mikael Damkier










"O software social é qualquer software ou rede on-line que permite aos utilizadores interagir e partilhar conhecimento numa dimensão social, realçando o potencial humano em vez da tecnologia que possibilita a transmissão.
O software social está em todo o lado: blogues, mensageiros instantâneos, wikis e ferramentas de edição colaborativa são as expressões mais representativas deste conceito. O papel destas novas tecnologias tornou-se cada vez mais importante no mundo de hoje e continua a moldar a forma como a colaboração acontece na e fora da Internet

Numa entrevista vídeo recente com Teemu Arina, o jovem investigador Finlandês apontou o enorme potencial do software social quando é adoptado no processo de aprendizagem informal e também nas empresas da nova geração.
No seguinte artigo apresentamos-lhe o primeiro excerto de um excelente relatório lançado pelo Australian Flexible Learning Framework, uma instituição que dedicou particular atenção ao fenómeno do software social e o impacto na vida dos indivíduos e organizações de hoje em dia.

Definir software social e o seu alcance


Existem várias opiniões sobre a definição exacta de software social. Para o propósito desta pesquisa, foi aceite uma definição da Wikipédia de 28 de Setembro de 2006, que define software social, como um software que:
"…permite às pessoas encontrarem-se, ligarem-se ou colaborar através de uma discussão mediada por computador formando comunidades on-line. Em sentido alargado, este termo pode englobar medias antigos, tais como listas de distribuição, mas alguns restringem o seu significado a géneros mais recentes de software como os blogues e wikis."
A revista Time (25 de Dezembro, 2006 / 1 de Janeiro, 2007) dedicou o número da Pessoa do Ano 2006 a "Você" e explicou a forma como o software social dá poder a consumidores individuais. A Time apresenta um mapa que liga as formas através das quais o software social permite aos indivíduos:
Fazê-lo - isto é, conteúdo direccionado ao utilizador
Baptizá-lo - isto é, bookmarking social referido como folksonomy
Trabalhar Nele - isto é, colaboração em massa ou crowdsourcing
Encontrá-lo - isto é, pesquisa do produto on-line a gerar o novo modelo de negócios, Longa Cauda.
O alvo inicial desta pesquisa era inicialmente um pequeno conjunto de tecnologias de software social que ainda não tivessem sido pesquisados e que entretanto tivessem começado a ser utilizadas com sucesso no ambiente de ensino e aprendizagem da Formação Profissional. Nomeadamente, blogues, wikis e software de conferência e bookmarking social.
A pesquisa reconheceu, no entanto, que o panorama do software social está a mudar constantemente. É provável que ferramentas específicas sejam rapidamente melhoradas ou ultrapassadas. Assim, o método foi reconhecer algumas ferramentas de software social que são utilizadas actualmente para a partilha de conhecimento, desenvolvimento de capacidades e/ou ensino e aprendizagem no âmbito da Formação Profissional.
Estes eram os mundos virtuais em 3D (p. ex. Second Life), publicação fotográfica (ex. Flickr), conto de histórias via formato digital e podcasting. Uma visão holística do software social foi também levada a cabo, com as descobertas a serem aplicadas ao uso de todo o software social na generalidade.
Uma área do software social que está a crescer mas que não foi incluída nesta pesquisa específica foi o uso dos espaços sociais tais como o MySpace. Com o rápido crescimento das opções de software social, a futura observação do software social na Formação Profissional possivelmente iria incluir uma análise a esta área de rápida expansão.
Houve, no entanto algum desacordo relativo à inclusão de ferramentas de conferência virtual sob a alçada do software social. Dowes considerou que o desenvolvimento de comunidade através das ligações assimétricas dos utilizadores, isto é, a escolha de quem se liga a quem, deve estar "nas mãos do utilizador", é um elemento fundamental do software social. Ele questionou se isso aconteceria com software de conferência virtual.
A necessidade de limites à categorização do que é Software Social (ou Redes Sociais) é discutido por Boyd (2006). Um ponto importante citado por Boyd é que os limites são necessários para evitar que todas as novas tecnologias sejam classificadas como "software social" só porque estão na "moda"e também para dar definições claras para futuras pesquisas, discussões e debates.
Como as conferências virtuais são reconhecidas na Austrália, como tendo um papel importante na criação de comunidades e ensino e aprendizagem, manteve-se no âmbito da pesquisa. Os investigadores reconheceram que por isso não deveria ser considerada fora da área do software social.
Embora o principal foco de atenção da pesquisa tenha sido a Formação Profissional, os dados recolhidos vieram de uma maior amostra, incluindo todos os sectores educativos e também empresas dentro e fora da Austrália. Foi considerado que lições estudadas dentro e fora da Formação Profissional, poderão dar dados muito úteis para o estudo da própria Formação Profissional.


Características de indivíduos, grupos e empresas já inseridas no software social


Os indivíduos
As características de quem, na Formação Profissional, já está integrado no uso do software social insere-se nas definições de Roger (1995): no grupo dos inovadores, nos adoptantes iniciais e um pequeno número insere-se na maioria inicial. A categorização de Roger:
  • Inovadores: Os bravos - aqueles que forçam a mudança. Os inovadores são comunicadores muito importantes.

  • Adoptantes iniciais: Pessoas de renome - líderes de opinião, testam novas ideias mas de uma forma cuidadosa.

  • Maioria inicial: Pessoas ponderadas - cuidadosas, mas que aceitam a mudança mais depressa que a maioria.

  • Maioria tardia: Pessoas cépticas - usam as novas ideias ou produtos quando a maioria os usar.

  • Retardatários: Pessoas tradicionais - defensoras da "maneira antiga", são críticos em relação a novas ideias e apenas a aceitarão se a nova ideia se tornar difundida ou até tradição."


Ver artigo completo aqui:

Robin Good, "Software Social: O Que É? Qual O Seu Impacto Nas Pessoas E Organizações? – Um Relatório Da Australian Flexible Learning Framework (Parte I)"

http://br.masternewmedia.org/colaboracao_on_line/software-social/software-social-o-que-e-e-qual-impacto-nas-pessoas-e-organizacoes-um-relatorio-da-australian-flexible-learning-framework-parte-I-20070524.htm